**O que é o Burnout Maternal?** O **Burnout Maternal** é um estado de **exaustão física, mental e emocional** vivido por mães diante da sobrecarga de responsabilidades associadas ao cuidado dos filhos. É caracterizado por sentimentos de **esgotamento extremo, distanciamento emocional das crianças** e uma **sensação de ineficácia** como mãe. Essa síndrome não é causada por "falta de amor", mas por um **acúmulo crônico de exigências sem tempo suficiente para descanso, apoio...
Você já se cobrou por não conseguir cumprir tudo o que planejou no dia? Já sentiu que o problema era “falta de foco” ou “preguiça”? Na verdade, o problema pode estar na forma como sua mente interpreta, organiza e lida com as tarefas do dia a dia. A verdade é que ser produtivo(a) não depende só de esforço. Muitas vezes, o que está atrapalhando a sua rotina são os padrões de pensamento automáticos, as emoções difíceis que surgem diante de uma tarefa e os mecanismos...
Em meio à correria do dia a dia, é fácil cair na armadilha de achar que estar sempre ocupado é sinônimo de estar bem. Vivemos em uma sociedade que transforma tudo em desempenho. Até o autocuidado virou mais uma cobranç: ter uma rotina impecável, comer sempre bem e saudável, ser produtivo o tempo todo. Isso tudo parece saudável à primeira vista, mas quando vira mais uma obrigação, se torna fonte de ansiedade — especialmente quando não conseguimos dar conta. A ansiedade,...
O que faz corpo em psicanálise? A pergunta nos impele a abandonar qualquer concepção espontânea que o reduza a um ente dado, visível e facilmente mensurável. No discurso analítico, o corpo não é uma instância puramente anatômica, nem um organismo fechado em suas funções biológicas. Ele emerge como superfície simbólica, como matriz de inscrição do desejo e como o locus singular onde o sujeito se desdobra e se divide. Tá, mas o que isso quer dizer? Quer dizer que o corpo...
Mães de menino, segundo a psicanálise, não são apenas figuras de cuidado — são também lugares simbólicos de enlaçamento. Quando uma mãe investe excessivamente no filho, não como sujeito separado, mas como extensão de si mesma ou substituto inconsciente de um parceiro ausente, há uma inversão sutil: o amor vira fusão, e o vínculo, captura. Esse tipo de laço impede a entrada da alteridade — o filho não se separa, porque separar significaria ferir ou abandonar a mãe. Sem o...