A flexibilidade psicológica é considerada o centro da Terapia de Aceitação e Compromisso (ACT), abordagem de terceira onda das terapias comportamentais contextuais, desenvolvida por Steven C. Hayes e colaboradores nos anos 1980. Diferente de uma compreensão simplificada que associa flexibilidade apenas a “se adaptar às situações”, na ACT o termo refere-se à capacidade de estar em contato com o momento presente, abrir-se às experiências internas – mesmo quando dolorosas –...
**Higiene do Sono e sua Importância para a Saúde** O sono é um dos pilares fundamentais da saúde, ao lado da alimentação equilibrada e da prática de atividade física. No entanto, em uma sociedade marcada pela pressa, pelo excesso de estímulos e pelo uso constante de telas, dormir bem tornou-se um desafio para muitas pessoas. Nesse contexto, a **higiene do sono** surge como um conjunto de práticas que visam melhorar a qualidade do sono e, consequentemente, promover saúde física e...
O amor, na perspectiva psicanalítica, é um fenômeno complexo que atravessa a constituição do sujeito e se manifesta como uma experiência que envolve desejo, falta e transferência. Desde Freud, entende-se que a escolha amorosa se ancora nas primeiras vivências infantis, especialmente nas relações com os objetos primários — geralmente as figuras parentais — que deixam marcas psíquicas duradouras. A noção de “escolha de objeto” proposta por Freud destaca que buscamos, no...
O processo migratório é complexo e atravessa diversas dimensões da vida do sujeito. Migrar não significa apenas deslocar-se fisicamente: implica deixar para trás vínculos afetivos, sociais e culturais, além de lidar com a incerteza do que será encontrado no destino. Do ponto de vista da saúde mental, é importante destacar alguns fatores de risco frequentemente presentes nesse processo: Perda e luto múltiplo, pelo afastamento da família, amigos, território, língua,...
Você é uma pessoa que costuma sentir vergonha com muita frequencia? Na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), entendemos esse sentimento como resultado de pensamentos automáticos negativos, como “não sou bom o bastante” ou “vão rir de mim”. O problema é que, quando acreditamos nisso, acabamos nos isolando e reforçando ainda mais a vergonha. A boa notícia é que podemos lidar com ela! Primeiro, identificamos essas crenças distorcidas e aprendemos a questioná-las: será que...